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Victor Mateus

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Namorada de Zezé aparece com fuzil




Namorada de Zezé aparece com fuzilGraciele Lacerda voltou a ser criticada nas redes sociais.

Ela postou foto com um fuzil da polícia, gerando revolta entre seus seguidores, que acharam a atitude dela desnecessária.

O povo ficou indignado e ela apagou a foto de tanto que foi xingada (de ridícula para baixo), tadinha.

Não é a primeira vez que a ex-dançarina do grupo Dallas Country é detonada.

Ao discutir com um internauta, recentemente, ela entregou que foi amante de Zezé e que estava com ele havia nove anos, desde quando o sertanejo era casado com Zilu... Claro que foi massacrada por isso e ainda criou problemas para o cantor.

Sobre a foto com a arma, era mais fácil a ex-dançarina ter colocado uma melancia na cabeça...



R7

Mega pode pagar R$ 28 mi nesta 4ª




Mega pode pagar R$ 28 mi nesta 4ªO prêmio está gordo. Acumulando já há alguns sorteios, o Concurso1.621 da Mega-Sena, que será realizado nesta quarta-feira (29), pode entregar para um sortudo a bolada de R$ 28 milhões.

Não são poucos os sonhos que podem ser realizados com o montante. Se um apostador acertar sozinho as seis dezenas sorteadas, por exemplo, e aplicar todo o dinheiro em uma caderneta de poupança, conseguirá, por mês, um rendimento de R$ 169.652.

Além disso, caso decida gastar em bens e imóveis, o vencedor conseguirá comprar 70 apartamentos de R$ 400 mil ou 18 carrões 0 km Lamborghini modelo Gallardo Coupe LP550, cujo preço da unidade é de R$ 1,5 milhão.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) desta quarta-feira em qualquer uma das mais de 13 mil casas lotéricas do País.



IG

Juiz denuncia troca de votos por droga em Solânea




Juiz denuncia troca de votos por droga em SolâneaO juiz da 48ª Zona Eleitoral da Paraíba, Ozenival dos Santos Costa, revelou ontem a prática da compra e venda de votos por drogas, principalmente crack, no município de Solânea, no Brejo.

Segundo ele, os traficantes orientam o eleitor nos dias que antecedem o pleito a votar em determinados candidatos. O magistrado participou da reunião promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) com juízes, promotores e a cúpula da Segurança da Paraíba. O encontro aconteceu no Fórum da Justiça Federal.

Para o juiz, a situação é constrangedora ao saber que pessoas ainda são capazes de votar com o objetivo de ganhar uma, duas ou três pedras de crack, mas é uma realidade em Solânea. O magistrado não citou nomes de políticos que estariam envolvidos com os traficantes. Além do aliciamento por meio de entorpecentes, Ozenival dos Santos disse que os traficantes agem com violência, tentando intimidar as instituições e os órgãos públicos.

“Em Solânea, continua a troca de votos por drogas. Lá é uma cidade em que o tráfico é constante, é rota de droga. Muitas pessoas já foram presas, há muitos assassinatos em razão do tráfico de drogas. Na última sexta-feira à noite mais uma pessoa foi assassinada pelo comando da droga e todos nós estamos sob risco”, declarou o magistrado.

Ele acrescentou que qualquer autoridade ou cidadão do povo pode ser assassinado a qualquer hora. Ao ser indagado se era alvo de ameaças de morte, o juiz Ozenival dos Santos respondeu: “Eu não me sinto ameaçado porque tenho o paredão chamado nosso Senhor Jesus Cristo, que me afasta de todos os males”.


REFORÇO


A Secretaria de Segurança Pública do Estado e a Polícia Federal vão monitorar o município e reforçar o contingente para combater o tráfico de drogas e também evitar a comercialização de votos por entorpecentes.

O município de Solânea possui mais de 22 mil eleitores e pertence à 48ª Zona Eleitoral, que abrange ainda o município de Casserengue.



 JP Online

Começa matrícula dos aprovados na 1ª chamada do Sisutec




Começa matrícula dos aprovados na 1ª chamada do SisutecOs candidatos aprovados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) têm entre esta quarta-feira (30) e a sexta-feira (1º) para fazer a matrícula e garantir a vaga em cursos técnicos gratuitos oferecidos pelo sistema. A matrícula deve ser feita na própria instituição onde os aprovados farão o curso.

A segunda chamada vai ser divulgada em 5 de agosto. O início das aulas ocorre entre os dias 18 de agosto e 15 de setembro. Maioria das vagas no ensino privado

No total, a edição deste semestre oferece 247.888 vagas em instituições privadas (IES e escolas técnicas); 10.457 em escolhas públicas (institutos federais, escolas técnicas vinculadas às universidades federais e escolas estaduais e municipais) e 30.996 no Sistema S (Senai e Senac). Todos os cursos, porém, são gratuitos. Segundo o MEC, 85% das vagas do Sisutec são destinadas a candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsistas.

Apenas estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013 puderam fazer inscrição no site. Neste semestre há vagas para o Sisutec em todos os estados brasileiros, sendo que a maior parte está concentrada em São Paulo (79.274 vagas), em Minas Gerais (40.112) e no Rio Grande do Sul (20.527).

Os principais cursos técnicos ofertados nesta edição são técnico em logística (40.712 vagas), em segurança do trabalho (29.397), em enfermagem (25.557), em informática (21.819) e em edificações (9.171).

Sobre o sistema O Sisutec reúne vagas para cursos de ensino técnico tanto na rede pública quanto na privada. No caso da rede particular, se contemplado, o aluno terá bolsa de estudo. A seleção é feita a partir do desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013. Para concorrer, o aluno não pode ter tirado zero na redação.

Entre as vagas oferecidas nesta seleção, 85% serão destinadas para estudantes que, independentemente de renda per capita familiar, tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou em instituições privadas, na condição de bolsista integral. Além disso, metade dessas vagas serão reservadas para alunos com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. Mas, para ocupar uma dessas vagas, não é permitido que o aluno continue matriculado em outro curso técnico de nível médio ou superior, ou curso de graduação, em instituições públicas ou privadas como bolsista.

O Sisutec tem um modelo parecido ao do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), usado pelo MEC para selecionar alunos para vagas em cursos de graduação. Pela internet, os estudantes que fizeram o Enem usam seus dados do exame (número de inscrição e senha) para se inscreverem no sistema. Lá, poderão escolher até duas opções de cursos, dentro das modalidades de concorrência (ampla concorrência ou pelas cotas).


 G1

Prazo para Argentina evitar calote




Prazo para Argentina evitar calote Termina nesta quarta-feira (30) o prazo para que a Argentina encontre uma saída para evitar um novo calote, quase 13 anos depois da moratória de 2001. O país busca um acordo com os fundos especulativos ou a suspensão da decisão da Justiça dos Estados Unidos que força o país a negociar com investidores que não aceitaram participar das restruturações da dívida e exigem o pagamento integral.

Nesta terça (29) o ministro argentino da Economia, Axel Kicillof, foi até Nova York participar de uma reunião com o mediador judicial Dan Pollack e tentar pôr um fim ao impasse, mas não conseguiu chegar a um acerto. Segundo o ministro, as conversas devem prosseguir nesta quarta. Nos últimos dias, o país participou de várias reuniões com o mediador designado pela corte norte-americana.

O governo da presidente Cristina Kirchner continua tentando uma saída judicial e pede que a Justiça norte-americana conceda uma medida cautelar que permita o desbloqueio da parcela da dívida reestruturada e dê mais tempo para o país resolver os problemas com os chamados "fundos abutres".

Na véspera, a presidente argentina recebeu o apoio dos países do Mercosul, reunidos em Caracas, que manifestaram "sua solidariedade militante" na disputa com os fundos especulativos.

A presidente Dilma Rousseff defendeu "foros imparciais" para julgamento de ações sobre a restruturação de dívidas de nações. "O problema que atinge a Argentina é ameaça não apenas para o país irmão, mas atinge todo o sistema financeiro internacional. Não podemos deixar que a ação de poucos especuladores coloque em risco a estabildade e o bem-estar de países inteiros”, disse. Já Cristina Kirchner reafirmou que seu governo está disposto a pagar todas as suas dívidas. "Tentam de fora e de dentro (do país) nos assustar, insinuando que, se não fizermos o que eles dizem que temos de fazer, virão as dez pragas do Egito (...) A Argentina afirma mais uma vez sua vontade, suas convicções, suas decisões e suas ações, que estarão direcionadas ao pagamento de 100% dos credores, mas de forma justa, equitativa, legal e sustentável", disse. O governo argentino tem deixado claro que não aceita ser responsabilizado pelo eventual novo calote, uma vez que depositou o valor correspondente ao vencimento da parcela, cujo prazo de carência vence nesta quarta.

O depósito foi feito pela Argentina no banco nova-iorquino que se encarrega dos pagamentos (Bank New York Mellon), mas a Justiça dos EUA bloqueou a transação, por ordem do juiz Thomas Griesa, que determinou que nenhum pagamento da dívida reestruturada pode ser feito a menos que a Argentina pague também aos fundos abutres.

De onde vem o impasse O impasse de agora ainda é um desdobramento daquele megacalote do fim de 2001. Depois de dizer que não tinha como pagar ninguém, a Argentina decidiu reestruturar seus débitos: ofereceu pagar, em parcelas de até 30 anos, menos do que os títulos da dívida valiam. A maioria dos prejudicados aceitou as condições, e é uma das parcelas para este grupo que vence nesta quarta. A Argentina fez o depósito, mas os recursos foram bloqueados pela Justiça americana.

Para destravá-los, o país teria de cumprir uma decisão judicial que ordenou o pagamento de US$ 1,33 bilhão mais juros a fundos especulativos liderados por NML e Aurelius. Eles têm em mãos papéis da dívida de uma minoria (7,6%) que não quis renegociar as dívidas e foram à Justiça exigir o pagamento integral.

O iminente calote de agora está mais relacionado a questões jurídicas complexas do que, necessariamente, à falta de dinheiro. O governo demonstra estar convencido de que qualquer novo acordo com credores ameaça todo o processo de reestruturação da dívida feita lá atrás, porque poderia provocar uma enxurrada de processos de credores exigindo o mesmo tratamento (receber todo o valor do título), aumentando o valor da dívida em mais de US$ 120 bilhões. Cláusula faz país evitar negociação Além das dificuldades financeiras, a Argentina tem outra barreira para negociar os débitos abertamente: uma cláusula no contrato de todos os títulos emitidos nas trocas dos anos 2005 e 2010 – ou seja, os que entraram na renegociação da dívida e estão em poder de 92,4% dos credores.

A cláusula chamada Rufo (Rights Upon Future Offers) trata de direitos sobre ofertas futuras da renegociação. Ela dá a garantia de poder exigir as mesmas condições de qualquer outra eventual oferta voluntária futura aos chamados “holdouts” – aqueles que ficaram de fora da renegociação. Assim, se a Argentina pagar 100% da dívida a algum credor, outros podem cobrar o mesmo.

Esse item do contrato, no entanto, vence no dia 31 de dezembro, o que leva a muitos analistas a acreditarem que um acordo ou iniciativa de negociação não deverão acontecer antes de 2015.

Outra saída seria um acordo judicial forçado, com o juiz estabelecendo os termos de pagamento e percentuais, o que tiraria um pouco da pressão sobre o governo argentino. Ele poderia alegar que a oferta não foi voluntária e, assim, se livrar do disparo da cláusula Rufo.

A Corte americana é muito rígida. Uma possibilidade de reversão de decisão é praticamente zero. Só resta à Argentina tentar ganhar prazo. A curto e médio prazo não há outra alternativa", avalia o economista do Insper Otto Nogami.

Cenários possíveis À medida se esgota o tempo para Argentina entrar formalmente em moratória, especialistas ouvidos pela imprensa traçaram possíveis cenários de desdobramento do impasse sobre a dívida.

Acredita-se que qualquer iniciativa de acordo com os fundos que o governo argentino chama de “abutres” só deve acontecer antes de 2015 se o país puder evitar o disparo da cláusula Rufo, ou se tiver a garantia de que não haverá questionamento por parte dos investidores que aceitaram os termos das reestruturações de 2005 e 2010. Sam Aguirre, diretor da FTI Consulting e especialista em reestruturação de dívidas corporativas, afirma que a confirmação do calote poderá jogar no colo da Justiça a responsabilidade de determinar um acordo forçado ou de fixar uma proposta de desconto no valor dos títulos cobrados, o que tiraria um pouco da pressão sobre o governo argentino, por não se tratar de uma oferta voluntária, podendo livrar a Argentina do disparo da cláusula Rufo.

A manutenção do bloqueio da parcela que vence nesta quarta também pode provocar o questionamento de investidores de outros credores. "A questão é superdelicada. O juiz emitiu ordem para não pagar ninguém, o que pode mexer com leis de outros países. Portanto, não podemos descartar a hipótese de uma suspensão parcial, que libere o pagamento para alguns credores", diz Aguirre.

Na terça (29), detentores da dívida denominada em euro entraram com um pedido para que o juiz emita uma suspensão de último minuto de sua decisão que ameaça levar o país sul-americano ao default.

Para os especialistas, mesmo no cenário de calote, o governo argentino continuará tentando uma saída jurídica. E também poderá emitir novos bônus, referentes aos juros da parcela bloqueada, segundo Antonio Madeira, da LCA. "O próprio Brasil já fez isso na década de 80. Acredito que a Argentina não teria dificuldade para renegociar o pagamento destes juros", avalia.

Impactos econômicos de um novo calote Segundo os analistas, um novo calote agora dificilmente provocaria impactos semelhantes ao da moratória de 2001. A avaliação é de que não se trata de um problema de falta de dinheiro e que a questão tende a ser resolvida num prazo de até 6 meses, quando expira a cláusula Rufo.

É consenso, entretanto, que a combalida economia argentina seria ainda mais enfraquecida, uma vez que a fuga de dólares tenderia a crescer, a moeda a se desvalorizar, a inflação a subir e o Produto Interno Bruto (PIB) a cair.

O país está há anos afastado dos mercados de capital e as necessidades de financiamento do governo são cobertas, em grande parte, por uma política comercial que prioriza o superávit (quando as exportações são maiores que as importações). Neste sentido, um novo calote derrubaria ainda mais a nota de risco da dívida da Argentina, podendo atrasar ainda mais os planos do país de recompor sua credibilidade para voltar a emitir títulos para captação de recursos no exterior. Otto Nogami, do Insper, lembra que o país continua sofrendo os efeitos do último calote, como a redução drástica das reservas internacionais. "Diante da dificuldade de remeter o lucro das suas operações, muitas empresas já saíram da argentina. A falta de credibilidade é tanta que boa parte das empresas ainda pagam os salários em espécie, pois o argentino tem medo de colocar o dinheiro no banco", diz.

Com um novo default, o controle de câmbio tende a ser ainda maior e é de se esperar que parceiros comerciais como o Brasil passem a ter ainda mais dificuldades nas exportações. "Diante da necessidade de gerar superávit de divisas [mais entrada de moeda norte-americana] para pagar os seus credores, a Argentina terá que depender cada vez menos de importação", avalia Antonio Madeira. Por outro lado, segundo ele, os próprios exportadores passarão a ficar mais receosos e passarão a exigir dos argentinos pagamento antecipado ou algum tipo de fiança bancária. Exportações para a Argentina em queda

O Brasil permanece como o principal parceiro comercial da Argentina, representando 20,4% das exportações da Argentina. E em seguida estão Chile (6,3%), China (6,2%) e EUA (5,1%). Mas, somente neste ano, as vendas do Brasil para a Argentina caíram mais de 20% ou US$ 1,9 bilhão. De janeiro a junho, o país vendeu para o vizinho US$ 7,41 bilhões em mercadorias ante US$ 9,32 bilhões no 1º semestre de 2013. O embarque de carros – principal item de exportação – desabou 31,5% neste ano.

Do lado das importações, a queda foi na mesma proporção. As encomendas feitas para a Argentina somaram US$ 7,03 bilhões até junho, ante um valor de US$ 8,79 bilhões no 1º semestre do ano passado. O Brasil fechou os seis primeiros meses deste ano com um déficit comercial (importações maiores que exportações) de US$ 2,49 bilhões. Para os analistas, o agravamento da crise argentina pode acabar enfraquecendo e desestabilizando o pouco que resta do Mercosul, além de poder afetar a definição de preços dos títulos das dívidas dos países da região. No entanto, a avaliação geral é que o contágio internacional da crise do país vizinho seria praticamente nulo. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse na terça-feira (29) que um possível calote da Argentina não deve gerar "consequências significativas importantes no resto do mundo".

"O resultado das decisões legais que estão sendo tomadas em Nova York neste momento tem significância muito mais ampla", disse Lagarde. "Os princípios de reestruturação e a eficácia das cláusulas de ação coletiva terão de ser revisadas", acrescentou.

Para Zeidan, da Fundação Dom Cabral, o efeito mais nocivo do calote será adiar ainda mais a recuperação da Argentina e a retorno aos mercados de financiamento. "A Argentina já é especialista em calote. As principais consequências já aconteceram. Só irá acentuar os problemas que já existem. Mas o default não será surpresa para ninguém", conclui. Guerra verbal Se por um lado fundos especulativos pressionam por um diálogo direto e uma negociação imediata, o governo de Cristina Kirchner faz todo um uso político do imbróglio, acusando os grupos detentativa de “pilhagem internacional financeira” e de querer atingir a soberania do país.



G1

terça-feira, 29 de julho de 2014

“O produto que apliquei necrosou meu músculo”, diz Andressa Urach




“O produto que apliquei necrosou meu músculo”, diz Andressa UrachA inflamação que Andressa Urach tem nas pernas e que a levou ao hospital recentemente não foi ocasionada somente pela retiradada do hidrogel - produto constituído de poliamida sintética e solução fisiológica usado para preenchimento corporal - que aplicou nas coxas há cinco anos - e que seu corpo não absorveu. Segundo contou ao EGO, além do hidrogel, Andressa também aplicou, na mesma na época, o PMMA (produto injetável com microesferas de polimetilmetacrilato), através da técnica da bioplastia.


"Há cinco anos fiz a aplicação de dois produtos diferentes. O hidrogel não foi absorvido por meu corpo e começou a machucar. E esse PMMA necrosou dentro do meu músculo. Ele está grudado e não sai. Por isso que senti fortes dores. Eu sei. Sou louca e não medi as consequências", admitiu Andressa, que resolveu fazer uma tatuagem na perna direita para esconder as marcas, já que elas não saíram com a ajuda do laser.


A modelo admitiu ainda que não contou ao cirurgião Júlio Vedovato - responsável pela cirurgia de retirada do hidrogel há cerca de uma semana - que também havia feito a bioplastia. "O Dr. Julio não aplica esse PMMA, ele é totalmente contra. Quando fui operada por ele na semana passada, achei que só existia ali o hidrogel, que foi removido. Mas o PMMA não sai! Vou ter que esperar passar a inflamação para fazer novos exames, pois o produto está no meu músculo e, como mexi, ele inflamou. Ficaram nódulos palpáveis na minha coxa. Meu medo é não poder mais treinar, pois doi e está grudado. Só vou descobrir se ficou alguma sequela daqui a um mês."

Dessa vez, Andressa ficará uma semana em repouso absoluto. "Estou preocupada, pois minhas pernas ainda estão roxas e doloridas. Espero que não fique mancha. Mas se ficar, paciência. É bem feito para eu aprender. Sempre fui doente por cirurgia plástica, sem limites. Se pudesse voltar no tempo nunca teria colocado isso. Confesso que fiquei com muito medo de uma infecção. O bom de ficar doente é que sempre perdemos uns quilinhos (risos)".



Ego

Sorridente, Anitta deixa audiência




Sorridente, Anitta deixa audiênciaA julgar pelo sorriso estampado no rosto de Anitta, terminou bem para ela a audiência realizada na terça-feira (29) na 48ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A cantora move uma ação contra MC Bruninha, que acusou Anitta de plágio pelo hit Show das Poderosas. O objetivo de Anitta é proibir a MC de falar seu nome sob multa de R$ 500 mil.


Quem

UFC anuncia o retorno de Anderson Silva




UFC anuncia o retorno de Anderson SilvaAnderson Silva está de volta. O presidente do UFC, Dana White, anunciou de forma oficial que o Spider fará sua luta de retorno ao octógono dia 31 de janeiro de 2015, em Las Vegas, diante de Nick Diaz. O evento marcará a volta do ex-campeão dos pesos-médios após a fratura na perna sofrida na revanche contra Chris Weidman no UFC 168. A data coincide com o fim de semana do Super Bowl, a final do campeonato profissional de futebol americano, que é o maior evento esportivo dos EUA. O jogo acontece no domingo, dia 1 de fevereiro, na cidade de Glendale, no Arizona.

O evento, que provavelmente será o UFC 183, ainda não tem uma arena definida para acontecer. Dana White fez o anúncio no programa "Sportscenter":

- A luta que todos os fãs estão esperando e que vem pedindo tanto, finalmente vai acontecer. Acertamos a volta de Anderson Silva contra Nick Diaz no dia 31 de janeiro, em Las Vegas. Essa será a luta principal, disputada em cinco rounds e no peso-médio. Anderson está se sentindo ótimo. Foram 13 meses de afastamento, e agora ele está 100% saudável e mal pode esperar para voltar a lutar. Posso dizer que Anderson está muito animado para esta luta. Por outro lado, se Nick Diaz conseguir vencer Anderson Silva, ele será automaticamente um candidato a disputa do cinturão. Por isso, também, essa será uma luta gigantesca para Diaz - disse White.


Nick Diaz também não luta há algum tempo. O polêmico lutador vem de duas derrotas seguidas, contra Carlos Condit, no UFC 143, em fevereiro de 2012, e para Georges St-Pierre no UFC 158, em março de 2013. Ambas as lutas foram decididas após os cinco rounds, e após cada uma delas Diaz anunciou que estava se aposentando. Na carreira, o ex-campeão dos meio-médios do WEC tem 26 vitórias, nove derrotas e uma luta sem resultado. Já Anderson Silva, aos 39 anos de idade, possui 33 vitórias e seis derrotas e é considerado por muitos o maior lutador de MMA de todos os tempos.  



Sportv

CONCLUSÃO: polícia indicia cinco por morte de médico paraibano




CONCLUSÃO: polícia indicia cinco por morte de médico paraibanoSegundo investigações da Polícia Civil, desavenças profissionais foram as causas do assassinato cirurgião toráxico paraibano, Arthur Eugênio, de 35 anos.

Ele foi encontrado nas margens da BR-101, em maio deste ano, com quatro disparos de arma de fogo. Os detalhes do caso foram apresentados nesta terça-feira (29).

Com base em perícias técnicas, interceptação de ligações, imagens de câmeras e depoimentos, a Polícia Civil indiciou cinco pessoas por sequestro, homicídio, roubo, associação criminosa, estelionato e comunicação falsa de crime.

O autor apontado é o médico Cláudio Amaro Gomes.

Relembre o caso:

Médico paraibano morto em PE pode ter sido vítima de vingança




PB Agora

Brasil lidera em cirurgias plásticas




Brasil lidera em cirurgias plásticasPela primeira vez, o Brasil supera os EUA como o país com o maior número de cirurgias plásticas para fins estéticos no mundo. Em 2013, mais de 23 milhões de intervenções em todo o planeta foram realizadas, segundo um novo estudo publicado hoje pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, que reúne 2,7 mil membros em 95 países.

No momento em que a entidade se prepara para seu 22º Congresso, justamente no Rio de Janeiro em setembro, o novo informe revela que o Brasil é o novo centro das atividades estéticas no mundo.

No total, foram 1,49 milhão de cirurgias no ano passado no País. Nos EUA, o total chegou a 1,45 milhão, contra 486 mil no México, que ocupa um distante terceiro lugar.

O aumento de seios é a cirurgia mais popular no mundo, com 1,7 milhão de casos em 2013 e representando 15% de todas as intervenções. Nos EUA, foram 313 mil cirurgias desse tipo, contra 226 mil no Brasil.

No que se refere à cirurgia de nariz, porém, o Brasil é o primeiro colocado, com 77,2 mil casos em 2013. O México vem em segundo lugar, seguido pelos EUA, México e Irã.

O Brasil também lidera nas cirurgias de abdômen. Foram 129 mil intervenções, 15% de tudo o que é realizado no mundo. Em segundo lugar vem os EUA, com 119 mil casos.

O Brasil ainda ocupa o segundo no número de cirurgias de liposucção, reduzindo a acumulação de gordura. Foram 227 mil intervenções, contra 235 mil nos EUA.

Contando os procedimentos não-cirúrgicos, como o Botox, os americanos ainda lideram o ranking mundial de ações estéticas, com 3,9 milhões de intervenções, contra 2,1 milhões no Brasil.

O País é também o segundo lugar do mundo com o maior número de cirurgiões plásticos, superado apenas pelos EUA.

As mulheres são as que mais recorrer às operações estéticas, com 9,9 milhões de casos em 2013, 85% do total. Mas mais de 1,6 milhão de homens também passaram por cirurgias no ano passado.



Diário de Pernambuco