Maranhão descartou no entanto, qualquer possibilidade de retomada do diálogo com Cássio. “Evidente que guardando o respeito aos princípios e à própria condição política de cada um, nós não formamos nenhuma aliança” disse.
Em relação a Lucélio Cartaxo, candidato do PT ao Senado, Maranhão disse que “Lucélio é a voz desautorizada de um adversário, que deveria ter mais respeito. Deveria ter uma postura ética”. “Isso pode refletir um certo despeito” afirmou.
Para José Maranhão as pessoas não estão satisfeitas com o modelo político e gerencial do Brasil e resolveram se libertar dos partidos. E hoje o voto dado às pessoas é muito mais forte que o voto dado às legendas.
Falando sobre a salada partidária registrada nos apoios políticos das eleições deste ano, ele disse que tem consciência disso, mas respeita, sabendo que o eleitor é que tem o direito maior de fazer a sua escolha.
“Daí a mistura (partidária, nos apoios). Eu tenho consciência absoluta disso. Sei disso e respeito isso. Como políticos, temos que reconhecer que o direito maior é o do cidadão, de fazer a sua escolha (...) O eleitor nunca aceitou a camisa-de-força do voto vinculado (no regime militar)... Esse fenômeno é muito forte nessa eleição e vai ser predominante.
Maranhão também fez críticas ao atual modelo de governar à Paraíba do socialista Ricardo Coutinho.
Na visão de José Maranhão, essa campanha é muito diferente das demais, onde os eleitores não percebem o fervor e a agitação de outros pleitos. “Essa campanha está muito diferente. Você não vê o fervor e a agitação que havia em outras eleições. Até a quantidade de publicidade (nas casas e veículos) é muito pequena. E isso tem muito a ver com a insatisfação da sociedade com o modelo gerencial e comportamento dos políticos.
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