Em depoimento à polícia, o assassino contou duas versões: numa delas ele disse que, juntamente com a vítima teriam ido até o depósito para roubar botijões de gás, mas quando já estava lá, a vítima teria desistido de praticar o furto e para não abrir a boca, teve que ser morto. Na outra versão, o acusado disse que houve um desentendimento com relação à divisão do dinheiro do furto e por isso ele teria matado o comparsa. Mas o que chamou mesmo a atenção e chocou a população daquela pacata cidade, foi o fato de o assassino ter praticamente degolado a vítima que, por pouco não teve a cabeça decepada.
A polícia acredita que mais pessoas tenham participado do furto e até mesmo do homicídio, pois o muro que cerca o depósito é muito alto e os menores não tinham condições de passar os botijões roubados por cima dele. O acusado utilizou um facão para praticar o crime.
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