Membro da CPMI do Cachoeira, Francischini montou uma equipe para ajudar a Justiça a investigar os 50 perfis do twitter, que segundo ele o ameaçam de morte há 3 dias. A equipe é composta de profissionais aposentados da PF, entre outros profissionais.
Francischini disse, em entrevista coletiva, na tarde desta segunda-feira, que foi grampeado a pedido do governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT-DF). No entanto, não conseguiu apresentar provas da sua afirmação. De acordo com Francischini, Carlinhos Cachoeira foi o financiador do grampo.
"O mais próximo que eu vou chegar de Carlinhos Cachoeira e Dadá é pra colocar algema no braço deles. Na verdade, essa é mais uma tentativa de desmerecer meu trabalho novamente", disse o deputado. Para ele, a ameaça de morte em série “constrangeu a minha família, mas não me constrangeu. Estou acostumado a mexer com grandes traficantes. Não são políticos borra-botas e de colarinho branco que vão me constranger".
“Nunca estive com o Dada. Estou rindo muito com essa história. Sou casca grossa, estou acostumado a tomar porrada. E estão me atacando porque sabem que devem fazê-lo preventivamente. Porque vem uma bomba por aí. Estão usando a técnica de melar tudo para envolver caluniosamente o investigador, no caso eu, nos crimes que ele investiga”.
Brasil 247
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